O que é design universal?
Segundo o conceito elaborado na Universidade da Carolina do Norte, EUA, design universal é o design de produtos e de ambientes para serem usados por todas as pessoas, sem a necessidade de adaptações ou de um projeto especializado. É também conhecido, na Europa, como design para todos (design for all). Seus princípios são:
Uso eqüitativo - o produto deve ser útil para pessoas com habilidades diversas. Flexibilidade no uso - o projeto deve acomodar uma grande variedade de preferências e habilidades individuais.
Simples e intuitivo - o usuário precisa perceber facilmente como utilizar o espaço ou o produto, independentemente da experiência, do conhecimento anterior, das habilidades lingüísticas ou do nível de concentração.
Informação perceptível - o produto deve apresentar a informação necessária ao usuário de forma eficiente, independentemente das condições do ambiente ou de suas habilidades sensoriais.
Tolerância ao erro - o produto deve minimizar o risco e as conseqüências adversas de ações acidentais ou não intencionais.
Baixo esforço físico - o uso deve ser confortável e com um mínimo de fadiga. Tamanho e espaço para aproximação e uso.
Tamanho e espaço apropriados devem ser oferecidos para aproximação, alcance, manipulação e uso independentemente do tamanho do corpo, postura ou mobilidade do usuário.
Selos certificam a moradia acessível A Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (Seped), do município de São Paulo, com o apoio do Instituto Brasil Acessível, criou os selos Habitação Universal e Habitacional Visitável.
A ação tem como foco certificar projetos de moradias, já construídas ou não, que atendam parâmetros de habitação universal e visitável. A certificação visa ampliar a qualidade das moradias ao assegurar um nível mínimo de acessibilidade em edificações habitacionais, permitindo o acesso e a visita de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; fornecer parâmetros técnicos à adequação de edificações existentes; sensibilizar a população e informar profissionais das áreas de projeto e construção. Com isso, promover o acesso e o uso dos ambientes por todas as pessoas, independentemente de suas características físicas e sensoriais.
Segundo o conceito elaborado na Universidade da Carolina do Norte, EUA, design universal é o design de produtos e de ambientes para serem usados por todas as pessoas, sem a necessidade de adaptações ou de um projeto especializado. É também conhecido, na Europa, como design para todos (design for all). Seus princípios são:
Uso eqüitativo - o produto deve ser útil para pessoas com habilidades diversas. Flexibilidade no uso - o projeto deve acomodar uma grande variedade de preferências e habilidades individuais.
Simples e intuitivo - o usuário precisa perceber facilmente como utilizar o espaço ou o produto, independentemente da experiência, do conhecimento anterior, das habilidades lingüísticas ou do nível de concentração.
Informação perceptível - o produto deve apresentar a informação necessária ao usuário de forma eficiente, independentemente das condições do ambiente ou de suas habilidades sensoriais.
Tolerância ao erro - o produto deve minimizar o risco e as conseqüências adversas de ações acidentais ou não intencionais.
Baixo esforço físico - o uso deve ser confortável e com um mínimo de fadiga. Tamanho e espaço para aproximação e uso.
Tamanho e espaço apropriados devem ser oferecidos para aproximação, alcance, manipulação e uso independentemente do tamanho do corpo, postura ou mobilidade do usuário.
Selos certificam a moradia acessível A Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (Seped), do município de São Paulo, com o apoio do Instituto Brasil Acessível, criou os selos Habitação Universal e Habitacional Visitável.
A ação tem como foco certificar projetos de moradias, já construídas ou não, que atendam parâmetros de habitação universal e visitável. A certificação visa ampliar a qualidade das moradias ao assegurar um nível mínimo de acessibilidade em edificações habitacionais, permitindo o acesso e a visita de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; fornecer parâmetros técnicos à adequação de edificações existentes; sensibilizar a população e informar profissionais das áreas de projeto e construção. Com isso, promover o acesso e o uso dos ambientes por todas as pessoas, independentemente de suas características físicas e sensoriais.
Um dos objetivos da Seped é gerar um manual técnico para instruir o desenvolvimento de novos projetos e reformas para a moradia inclusiva. Princípios que definem uma habitação acessível: Uso Visitável Permitir pelo menos o acesso à edificação, à sala, cozinha e utilização de um sanitário por pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Uso Universal Permitir acesso e utilização de entradas, corredores, cozinha, instalação sanitária completa, sala, quartos, escadas, rampas, equipamentos eletromecânicos e estacionamento por pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, permitindo ainda as adaptações necessárias (a instalação de barras, por exemplo) sem alterações estruturais.
Acesso: www.milassentos.com.br/blog
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